sábado, 25 de junho de 2011

Ouça um bom conselho...


Um dos melhores que bebi.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Por que o Ipad não tem USB?

Milhões de pessoas me perguntam sobre isso, segue uma bela (óbvia para quem já conhece e usa produtos Apple) e esclarecedora resposta, publicada em uma matéria sobre o produto no UOL tecnologia:

O iPad tem porta USB?

Não. Mas como o iPhone e o iPod touch, o tablet terá um cabo com conector que possui porta USB para uso em Mac e PC.

Se ele não tem porta USB, como funciona a transferência de dados para o portátil?

O tipo de transmissão de arquivos da Apple não é parecido com a de um pendrive, em que o usuário só conecta o dispositivo e arrasta os arquivos. É preciso, com o tablet ligado à porta USB no computador e o programa iTunes aberto, fazer um processo de sincronização dos arquivos de música, vídeos, fotos, contatos, aplicativos, etc.

A última versão do iTunes traz ainda uma função para transferir arquivos como documentos Microsoft Office. Mas ele funciona apenas se você tiver instalado no seu iPad programas que poderão editar esses documentos. O conteúdo pode ser transferido na outra direção também.

Além disso, é possível transferir documentos pela internet quando você recebe arquivos anexados por e-mail ou faz o download pela web por meio de um site.

Reportagem na íntegra: http://migre.me/3KOaq

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Na onda de Avatar

Eu vi Avatar. Acho que todo mundo viu Avatar. Meu caro amigo, se você não foi ao cinema e pensa em assistir, até para dizer que está na moda, vá! Mas vá ver em 3D. Fui na pré-estréia aqui no Rio e, por não ser filho ou amigo de dono de alguma coisa, acabei parando em uma sala comum. Após ver o filme eu pensei: poxa, não é isso tudo, mas em 3D deve ser legal.

Quando saí de casa para ver o filme achando que seria legal ver em 3D eu estava enganado, não foi legal, foi surpreendente.

O cinema mudou e Avatar foi realmente o primeiro passo dessa mudança. Sabe quando você vê pela primeira vez um filme e percebe que dali para frente tudo vai ser diferente? Pois é, casos como Matrix, antes disso Blade Runner, Star Wars etc, para citar alguns, não acontecem sempre no mundo do entretenimento e o filme que vi foi algo assim.

James Cameron, pode-se falar qualquer coisa dele, não é de pensar pequeno. Eu fiquei chocado! O filme tem enredo normal mas a experiência visual, para melhorar, só se tivesse cheiro (e não duvide, daqui a pouco o cinema talvez atinja todos os nossos sentidos).

Avatar bateu recordes e o seu principal foi superar a bilheteria de Titanic, também de Cameron, que, como disse, pensa grande e nos leva junto.

O reboliço que o filme dos Smurfs guerreiros causou foi tanto, que todo mundo quer fazer 3D, até (vejam só) Tinto Brass (aquele mesmo!) que dirigiu Calígula. Saiu hoje na Folha de São Paulo a seguinte chamada: Diretor de 'Calígula' anuncia produção do primeiro filme pornô em 3D. Bom, não vou reproduzir aqui a nota, mas de qualquer forma deixo o link para quem se interessar. Espero que aquele negócio de cheiro, nesse caso, fique de lado.

Clique aqui para ler a matéria

Na onda do BBB 10 venho por meio desta defender a leitura

Sou um leitor. Apesar de estar meio fora de moda e as pessoas sempre acharem que você fala isso para agradar ou fazer tipo, ainda prefiro um livro do que a novela. Se espantou? Relaxe, ainda tem muita gente nesse barco e, graças a Deus, muita gente boa.

Essa semana eu tive uma grande surpresa ao ler esse livro: Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil. O livro é do escritor Leandro Narloch que, com muita coragem e de forma clara, tenta desmistificar uma série de lendas (ou verdades) brasileiras. Assuntos que achávamos - por nosso narcisismo tupiniquim e pela necessidade de nos afirmarmos como uma nação importante e fundamental para mundo extra futebol - serem a mais pura verdade são abordados por outro ponto de vista colocando uma bela pulga atrás de nossas orelhas.

Se você acha que inventamos o avião, que os índios no Brasil colônia sempre foram vítimas e que os africanos queriam o fim da escravidão, melhor nem comprar o livro, pois é polêmico.



Abraços e boa leitura.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Nova Apple OnLine Store Brasil

Essa nem eu esperava!

http://store.apple.com/br

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Controle de constitucionalidade

O advogado Renato Pacca, em seu excelente blog Traduzindo o Juridiquês, trouxe em sua crônica sobre monitoramento de presos e uma sucinta definição sobre controle de constitucionalidade. A definição foi tão simples e esclarecedora que merece a reprodução, na integra, da postagem:

O monitoramento eletrônico de presos é inconstitucional?

Já estão dizendo que o Judiciário não cumpre as leis. Tudo porque o Juiz titular da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, Carlos Augusto Borges, adiantou que não pretende cumprir uma nova lei estadual que prevê o monitoramento, através de equipamentos eletrônicos, de presos nos regimes aberto e semi-aberto.

O magistrado não disse nenhum absurdo. Explico: os juízes tem o poder de não aplicar uma lei que eles considerem inconstitucional. É o chamado “controle difuso de constitucionalidade”. Difuso porque todos os magistrados o detêm, individualmente, e podem aplicá-lo nos casos concretos que lhes são submetidos. O STF, por outro lado, possui o chamado “controle concentrado de constitucionalidade”. Concentrado porque somente a Suprema Corte pode declarar a constitucionalidade ou inconstitucionalidade de uma lei em abstrato, sendo que a decisão obriga a todos. Assim, o Juiz pode perfeitamente recusar o cumprimento de uma lei estadual que ele repute inconstitucional.

Ninguém duvida das boas intenções da lei estadual. O monitoramento é uma medida interessante e não compartilho da visão daqueles que enxergam em tal medida uma violação ao princípio da dignidade humana. Mas não se trata aqui de debater se a lei é “boa” ou “ruim”. Existe um sistema de competências previsto na Constituição que deve ser seguido. Se um Estado usurpa a competência federal para legislar sobre uma questão igualmente federal, o sistema federativo vai por água abaixo.

Monitorar o preso, ainda que de forma remota, por meio de um aparelho eletrônico, é uma questão relativa à execução penal e por isso a competência exclusiva é da União, cumprindo ao Congresso legislar sobre a matéria, e não a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O único saldo positivo é que esse debate pode forçar o Congresso a sair de sua costumeira inércia e finalmente legislar sobre o assunto.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Filme que simula acidente vira sucesso no YouTube

Vídeo produzido com poucos recursos pela polícia de um condado do País de Gales.



Realmente incrível.