domingo, 29 de março de 2009

Se ainda posso dar uma dica...

Saindo um pouco das leituras acadêmicas, me aventurei a conhecer um pouco mais da vida de John Lennon. Philip Norman traça um mapa da personalidade do pop-star sem poupar críticas ou elogios, desmistificando o “cabeça do grupo” e mostrando porque ainda se fala tanto e tão bem do ex-Beatle. Sensacional! Realmente o livro te prende e a cada capítulo novas revelações da pessoa, do artista, e daqueles que conviveram com ele, vão sendo expostas gerando quase um romance, que de tão inesperado, se torna delicioso. Se ainda posso dar uma dica, fica essa.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Para os designers de plantão

Temos uma aula de "branding" nesse vídeo. Realmente, para um ícone como o Batman, que passou por diversas gerações, não poderíamos esperar outra coisa.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Bibliotecas

Estudar hoje em dia, para mim, é quase como um trabalho. Meu dia começa sete da manhã e termina onze da noite, eu dedico em média oito horas desse dia para leitura e estudo. Como um esportista, que se prepara gradativamente até chegar à sua forma física, eu fui, paulatinamente, desenvolvendo esse meu ritmo de estudos. Por conta desse meu novo ofício venho frequentando bibliotecas, algo que aconselho às pessoas que querem realmente estudar, pois nossa casa, nossa geladeira, nossos celulares e tudo mais que o conforto do lar nos oferecer, são obstáculos consideráveis para o bom desenvolvimento de leituras.
Nessas minhas excursões (ou imersões) nas bibliotecas do Rio de Janeiro algo vem me incomodando e faço aqui meu apelo para aqueles navegantes que esbarram, vez por outra, nas postagens que coloco nesse blog: amigos, a biblioteca deve ser respeitada e encarada como um lugar de estudo, silêncio e paz. Por favor, não conversem em qualquer volume de voz, não deixem seus celulares ligados, não levem comida, jamais gritem ou deem gargalhadas. É feio, demonstra total falta de educação e de intimidade com os livros e estudos. Vamos respeitar aqueles que querem ler na tranquilidade e harmonia desse ambiente tão antigo e respeitável. Vou dar essa dica para a Glorinha Kalil.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Fusão

Há pouco tempo ocorreu no Brasil a fusão de dois grandes bancos. Logo após a aprovação da manobra pelo Banco Central, peças publicitárias passaram a divulgar que as tarifas das instituições, pelo benefício de seus clientes, seriam unificadas.
Muito bonito para gringo ver, mas na verdade, o Banco Central condicionou a aprovação da fusão a vários compromissos, entre eles, a unificação de tarifas pelo menor valor cobrado hoje.
Sou correntista de um dos bancos, me dei bem.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Bloco do eu, mulher e filho

Eu respeito os foliões, aquelas figuras que, por sua participação em carnavais, como pessoas efetivamente atuantes nessa época do ano, se transformam em verdadeiros protagonistas na maior festa de nosso País. Por que os admiro? Bem, sou um trabalhador, um profissional atuante que, inclusive, está partindo para um novo negócio. Além disso eu tenho filho, estudo e ainda tenho que pagar contas. Isso explica até o fato de, em um domingo de carnaval, eu ficar em casa. Isso mesmo, os foliões que me desculpem, mas meu bloco esse ano vai ser em uma tranquila casa no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, capital do samba. Se eu gosto de carnaval? Sim! Muito! Como cultura brasileira e longe, bem no lugar dele, com os foliões, bambas e, por que não? Os saudosos malandros. Sinto saudade desses caras, saudade desse tempo que eu nem vivi, eles ainda habitam nosso subconsciente e dão, de certa forma, um "Q" de melancolia ao meu carnaval. Mas como diria Chico: "o malandro pra valer não espalha, aposentou a navalha, tem mulher e filho e coisa e tal. Salve Chico! Viva ao carnaval! Em breve o ano vai começar.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Trailer de Anjos & Demônios

Agora sim!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

God save the King

Minha família, pela parte de meu pai, é de descendência espanhola. Certa vez fui fazer um curso de imersão na língua espanhola em Madrid e, como bom primo pobre e distante, procurei pelo brasão de minha família. Fui até uma lojinha própria (isso mesmo, na Espanha existem lojas que só fazem brasões de famílias) e depois de contar ao simpático vendedor que aqui no Brasil também existem alguns “Velascos”, adquiri minha lembrança e, chegando ao Brasil, emoldurei e a deixei na parede da sala.
Os brasões eram como marcas, marcas que serviam para representar determinadas famílias ou reinos que existiram antes e depois da idade média. Eles eram levados a sério e a família que chegasse a ter títulos de nobreza, se daria ao luxo de ter seu brasão. Acho que isso deve ter se popularizado e toda e qualquer família começou a fazer o seu, afinal, não acredito que tivemos tantos nobres, tantos reinos quanto temos de brasões. Temos brasões dos “Pereiras”, dos “Nogueiras”, dos “Albuquerques”, dos “Silvas”, dos “Rodrigues” e até, vejam bem, dos “Velascos”, que a meu ver, nem tiveram tantos descendentes como os “Silvas” por exemplo. Durante anos aquele brasão figurou, soberano, na parede da minha sala, mas até o momento não passava de uma bela pintura feita em papel de seda, algo que jamais pensei ter valia, mas as coisas mudaram. Abaixo da “marca” dos “Velascos”, escrito em espanhol arcaico, vem a seguinte frase: “Provou da nobreza e das armas”. Sim amigos, os “Velascos”, em determinada época, foram nobres, talvez senhores feudais, cheios de posses, algo comum em uma época onde feudos, vassalos, fidalgos, reis e rainhas faziam parte da estrutura social. Até ai, nada, afinal o Brasil era uma república, mas como bem disse… ERA. Partindo do princípio que no Brasil temos verdadeiros senhores feudais que dominam terras no longínquo nordeste, um monarca soberano que tudo pode e tudo faz, nobres da mais alta estirpe que recebem as maiores regalias e, vejam bem, até um castelo de dar inveja às humildes construções do Vele do Loire, eu, na qualidade de descendente da nobreza, vou pleitear minhas terras ou privilégios perante o reino (União) do Brasil, tendo certeza que a coroa (Dilma) vai se sensibilizar com a injustiça que venho sofrendo em nosso “Estado Feudal”.

Termino aqui meu manifesto, a nobreza não pode mais ser tratada dessa forma, encaminharei ao Desembargo do Paço (alguma repartição jurídica) minhas reclamações e espero que sejam tomadas as devidas providências.